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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2012

i'll give you everything

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Dá-me o teu sorriso, dás? Não, não quero que o arranques e o transponhas para a minha cara, não é isso. Quero que o transportes todos os dias, quero que faças dele acessório quotidiano da tua face. Quero que o uses para continuares a levar-me ao pretérito, por vezes, incoerente que é a nossa história.  Tapa, por instantes, o castanho-infinito dos teus olhos e... beija-me. Destapa-o agora. Vês o meu sorriso? Vês a felicidade que transparece dos meus olhos? É isto, é isto que eu quero de ti. Quero que me faças feliz como só tu sabes, só isso. Há quem consiga fazer da vida um jogo de tabuleiro, a manipule ao seu jeito e lhe dê o movimento na hora e à velocidade que pretende. Eu não consigo, não sei se por não ter capacidades para tal ou, simplesmente, por apreciar demasiado a sua beleza ao ponto de não ser capaz de a distorcer de forma nenhuma. Sou apologista do destino, da forma aleatória que a vida tem de nos mexer, tal como marionetas. Mas, contraditoriamente, gosto de acreditar que há …

tic-tac

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Vou explicar-te, é tão simples quanto isto: eu sou COMPLETAMENTE apaixonada por ti! Desde o primeiro dia em que te vi que despertas uma estranha sensação em mim. Ao longo do tempo, foi tomando graus diferentes, níveis superiores, dimensões mais elevadas, com o tempo aprendi a amar-te, a admirar-te e a perceber que tu és o homem da minha vida e que faria de tudo para ficar do teu lado, o tempo todo, a toda a hora. Acho fantástica a capacidade que tens de mudar o rumo do meu dia, fico estupefacta com o poder do teu sorriso e com a força da tua expressão. Venero a tua postura e aprendo muito contigo.  Auto-controlo tem sido a palavra-chave dos meus dias. Controlo-me para não te beijar a meio de uma frase. Controlo-me para manter os pés na Terra. Controlo-me para poder largar a tua mão. Controlo-me para não pensar em ti o dia todo (este é completamente em vão). Controlo-me em tudo o que digo e faço, para não te perder, para não te assustar e para não me iludir.
Amo-te

só me importa amar-te

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Esse teu não querer confunde-me. É como se quisesses tanto quanto eu e ainda não tivesses tido coragem de o admitir perante ti próprio.  É estranho equacionar tudo isto, é estranho não saber muito bem o que pensar ou a que me agarrar e é ainda mais estranho que, sabendo que isto pode correr muito muito mal para o meu lado, não deixe de te amar, de lutar por ti, de acreditar que ainda vamos acabar juntos, sem margem para dúvidas, questões ou fins!
Amo-te.

future

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Há quem passe a vida a saber exactamente o que quer fazer dela, há quem se deixe sempre levar ao sabor do vento e há os que, aos poucos, vão delineando cada pedaço de caminho. Hoje dei mais um passo. Oxalá nasça o bichinho!

'if you're ready like i'm ready'

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I think I wanna marry you!

Carta #3

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Minha Querida C.
Cá estou eu, mais uma vez. A primeira vez que escrevi uma destas cartas, nunca pensei que isto se pudesse tornar recorrente, não mesmo... Achei que seria uma última carta mas, aos poucos, fui percebendo que para mim é importante falar contigo, mesmo que tu, desse lado, não ouças. Ultimamente, tenho pensado muitas vezes sobre ti, mais precisamente sobre os sentimentos que vou nutrindo por ti. Isto, porque são coisas tão mas tão contraditórias. Se, por um lado, me irrita todos os teus gestos, morro de medo quando te aproximas do meu pessoal, da minha gente, não de medo que me roubes o lugar mas medo que lhes faças o que me fizeste a mim; por outro lado, sinto uma imensa mágoa em não te ter mais por perto, uma saudade enorme daquilo que podíamos ser. É terrível, absurdo e corrosivo!

ainda e sempre

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Esse amor que, ainda e sempre, me prende a ti é completamente inexplicável. Deixei de conhecer finais desde que me fizeste apaixonar por ti. Deixei de ver semáforos vermelhos, estradas sem saídas, canetas sem tinta, cadernos sem folhas, deixei de ver gavetas vazias, memórias por preencher ou segundos vagos. Tu preenches todos os espaços em branco que possam existir. Alucinas-me a mente, desregulas-me o sistema nervoso, bagunças-me as hormonas e queimas-me os neurónios. Quando te vejo, os minhas pálpebras mexem em câmara lenta, tudo acontece muito muito devagar, espero eu, para saborear cada pedaço de tempo, mas num extenso piscar de olhos, tudo passa na efemeridade de um instante.  Concretizas aquilo que muita gente chama de ideal. Pelo menos para mim. Tens as características certas, imensos defeitos e qualidades que os superam, sabes lidar comigo, transmitir-me bem-estar, tranquilizas-me com o teu olhar castanho-infinito, penetras os meus sentidos com o cheiro adocicado da tua pele e …

(des)conectados

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Acho, realmente, fenomenal o mundo que me rodeia, ou melhor, as pessoas que nele habitam! E desenganem-se os que acham que isto é um texto sobre politiquices, crises ou outras tretas do género. Não! É sobre a loucura descomunal em que as pessoas parecem andar a viver! É cada um por si, cada um puxando para seu lado, todos a medir forças para ver quem é o triste que cai primeiro para que os outros (falsos) vencedores se riam (só até ser a vez deles cair, também!). Acho ridículo que as pessoas vivam sem objectivos, com desculpas mais ou menos esfarrapadas, amarrados a falsas esperanças de que a sorte lhes caia no colo. Acho deprimente que se viva de forma virtual, desvalorizando tudo aquilo que nos rodeia. Acho COMPLETAMENTE angustiante (e isto é, sem dúvida, o que mais me preocupa) que não se dê valor àquilo que, de um jeito ou de outro se possui. À minha volta está a perder-se a noção de elo (saudável, que elos existem, só não são os mais recomendados). Acho magnífico que se dê tudo po…

não largues a minha mão

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Às vezes, sinto-me dividida. Sempre entre o lado certo e o errado, o problema é que muitas vezes (ainda hoje) não sei perceber qual é o certo e qual é o errado. Perco-me em dúvidas amiúde, questões quase sem resposta. Percorro caminhos que já conheci e pareço não me lembrar deles. Caio no mesmo fosso, tropeço nas mesmas pedras. No entanto, espero sempre que o final seja diferente e o mais estranho é que, em algumas dessas vezes, consigo mesmo acreditar que o final vai ser diferente! Será?